A projeção da faísca do toque rejeitado, afastado, temido. Contudo, imensamente, intensamente almejado.
Medo. Crítica, repressão. Que fique assim guardado e subentendido.
Até que minha própria vontade me liberte.
Medo, muito medo. Isso faz mal, sabia?
domingo, 30 de maio de 2010
Introdução
Escrever, escrever. É uma terapia. Se não fosse, por que as pessoas se exporiam? Nunca estou sozinha. Estou comigo mesma, com meus pensamentos, palavras, imagens e preguiça. Não posso deixar de agradecer, principalmente, aos meus cadernos e lapiseira. Estão sempre comigo e me permitem um mundo de escapes. Se minha lapiseira fosse um ser humano, me casaria com ela. Sério. E a devoraria todos os dias, como faço com as caixas e mais caixas de grafite.
Eterna companheira, me permite demonstrar parte - só parte - do que não consigo por meio de frases e ações. A outra parte é trancada, escondida de tudo e de todos, até de mim. Através de textos ou de minhas imagens, ela é a minha arma. Contra o mundo e contra o desespero, de me ver longe de mim.
Eterna companheira, me permite demonstrar parte - só parte - do que não consigo por meio de frases e ações. A outra parte é trancada, escondida de tudo e de todos, até de mim. Através de textos ou de minhas imagens, ela é a minha arma. Contra o mundo e contra o desespero, de me ver longe de mim.
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